quinta-feira, 29 de junho de 2017

Rafael Careca é o campeão do Curitibano 1/8 GT!





























Foi realizado no último domingo, 25/06, a 2ª e última etapa do Campeonato Curitibano de 1/8 GT e 1/10 GP, na pista da CAAR em Curitiba-PR.  Neste ano de 2017 as provas foram divididas em dois campeonatos com duas etapas cada um, sendo que no primeiro semestre tivemos o Campeonato Curitibano e no segundo semestre teremos o Campeonato Paranaense.

O clima ajudou e tivemos um dia de sol e temperatura amena o que não chegou a esfriar as disputas na pista, tanto na GT como na 1/10.

1/8 GT

Na GT tivemos cinco pilotos participando e a estréia do Daniel Saez que finalmente rendeu-se aos GTs. O grid esperado era de sete pilotos mas o Helton Luis Casa e o Tikao Kubota não puderam comparecer.  A tomada de tempo de 10 minutos foi dominada pelo Marcos Silva que fez o maior número de voltas e a volta mais rápida. Em segundo ficou o piloto Roberto Oliveira seguido de Daniel Saez, Rafael Careca e Synnuhê Ramos.

  A primeira bateria foi marcada pela disputa entre Rafael Careca e Synnuhê Ramos e seguidos de perto pelo Roberto Oliveira.  Daniel Saez com 91 voltas completadas terminou em quarto e Marcos Silva com problemas no carro só completou 38 voltas, mas emplacou a volta mais rápida da bateria e melhor do que a sua melhor volta na tomada de tempo: 15:062.


Na segunda bateria repetiu-se a disputa entre Rafael Careca e Synnuhê Ramos com a vitória desta vez para o Ramos. Roberto Oliveira com problemas no carro só completou 60 voltas e Daniel Saez, com a queima do servo do acelerador/freio, chegou a completar 62 voltas e terminou a bateria em terceiro lugar.  Marcos Silva só conseguiu rodar 15 voltas mas surpreendeu e bateu o seu recorde da primeira bateria fazendo a melhor volta em 15:051.


Rafael Careca foi o vencedor da 2ª etapa do Campeonato Curitibano 1/8 GT com Synnuhê Ramos em segundo lugar e Roberto Oliveira em terceiro.

O resultado final da etapa ficou assim:

Computando o resultado desta etapa, o vencedor do Campeonato Curitibano 1/8 GT foi o piloto Rafael Careca, o segundo colocado foi o Marcos Silva e o terceiro ficou com o Roberto Oliveira.  Vejam como ficou a classificação final:


Parabéns aos pilotos vencedores e os aguardamos no segundo semestre para as disputas do Campeonato Paranaense 1/8 GT!

1/10 GP

Na 1/10 também tivemos a presença de cinco pilotos e o retorno de Rodrigo Veiga que não participava de uma prova desde o final do campeonato de 2016.  De acordo com o regulamento nesta etapa, os carros utilizaram-se de bolhas protótipo ao invés das bolhas turismo, o que deu uma aderência maior aos carros. Na tomada de tempo de 10 minutos, valendo a melhor volta, Edson Lima (o taxista voador) levou a pole com o tempo de 13:608, seguido de Otávio Langowski também na casa dos 13,



















Os carros de Edson Lima, Otávio Langowski e Rodrigo Veiga passaram pelas duas baterias incólumes, sem sofrerem nenhuma pane, com o domínio inconteste de Edson Lima que ganhou as duas baterias.  Na primeira bateria foi seguido de Otávio Langowski em segundo e Rodrigo Veiga em terceiro.  Alan Costa e Renato Amaral fecharam o grid na quarta e quinta posições.




















Na segunda bateria o vencedor foi o mesmo, Edson Lima, mas na segunda colocação houve a inversão das posições ficando Rodrigo Veiga em segundo e Otávio em terceiro.  O mesmo aconteceu com o quarto e quinto lugares com a inversão de Renato Amaral e Alan Costa.



















Com tantas inversões de posições entre a primeira e segunda bateria a decisão do segundo ao quinto lugar foi decidido pelo critério técnico previsto no regulamento. Com isso o vencedor da etapa foi Edson Lima, em segundo Rodrigo Veiga e Otávio Langowski em terceiro.

Ficou assim o resultado da 2ª etapa do Campeonato Curitibano 1/10 GP:












Com o resultado da 2ª etapa o campeão do Campeonato Curitibano 1/10 GP foi o piloto Edson Lima, em segundo ficou Otávio Langowski e em terceiro o piloto Alan Costa de Joinville-SC.





















Parabéns aos pilotos vencedores e os esperamos no Paranaense 2017!

FOTOS E VÍDEO


Piloto Rafael Careca e seu mecânico Luck Quintino

Piloto Roberto Oliveira

Piloto Daniel Saez

Piloto Marcos Silva observando o trabalho de seu mecânico.


Piloto 1/10 Rodrigo Veiga

Piloto Synnuhê Ramos


Piloto Edson Lima e seu mecânico Guilherme Hiekis

Piloto Rafael Careca

Piloto 1/10 Alan Costa

Piloto 1/10 Renato Amaral






Quinto colocado na GT - Piloto Marcos Silva

Quarto colocado na GT - Piloto Daniel Saez


Terceiro colocado na GT - Piloto Roberto Oliveira

Segundo colocado na GT - Piloto Synnuhê Ramos

Vencedor da etapa e do Campeonato Curitibano GT - Piloto Rafael Careca

O pódio da GT

Terceiro colocado na 1/10 - Piloto Otávio Langowski

Segundo colocado na 1/10 - Piloto Rodrigo Veiga

Campeão da etapa e do Campeonato Curitibano 1/10 - Piloto Edson Lima

O pódio da 1/10

VIDEO DA ETAPA



terça-feira, 20 de junho de 2017

2ª Etapa Campeonato Brasiliense de Automodelismo RC 2017 - Cat. GT 1/8 e EP 1/10

No Domingo, dia 28/05/2017, foi realizada a segunda etapa do Campeonato Brasiliense de Automodelismo Radio Controlado, no Centro de Modelismo de Brasília, L2 Sul SpeedWay, localizado ao final da Av. L2 Sul.

A etapa contou com as categorias EP(Eletric Power) e GT 1/8 Nitro. Nela estavam presentes os pilotos: Marcelo Tekko, Francisco Busch, Marlon, Matheus, Renato, Thiago Martins e Thiago Castro que participaram da GT 1/8 e na EP tivemos: Felipe Chaud, Carlos Zaranza, Marcelo Tekko, Pompeu, Carlos Rodrigues, Rafael Sattim, Fábio, Marlon e Thiago Castro.

Na GT após a largada, Marlon teve problemas em seu carro já na 5ª volta ficando fora por aproximadamente 25 voltas. Depois de seus mecânicos muito mexerem, ele volta mas por pouco tempo parando definitivamente após sete voltas quase que se arrastando na pista. Francisco Busch, depois de ter liderado a corrida por um bom tempo, também teve duas paradas por problemas de tração, mas consegue voltar à pista e termina a corrida na Segunda Colocação. Matheus depois de duas paradas por defeito no modelo, abandonou a prova na 45ª volta. 
A GT teve seu Pódium da seguinte forma:

1° - Renato 
2° - Francisco Busch
3° - Matheus
4° - Marlon
5° - Marcelo Tekko (Não largou)
6° - Thiago Martins (Não largou)

Na categoria EP logo de início tivemos duas baixas, Marlon e Carlos Rodrigues não participaram das duas últimas finais. 
Na Final 3, disputas acirradíssimas e trocas de posições frequentes, estando todos disputando posições em mesma volta. Apenas Pompeu que teve problemas em seu modelo após um acidente, ficando fora da prova já na 5° volta.
Vitorioso dessa final foi Rafael Sattim com apenas uma volta de diferença, seguido por Felipe Chaud, Carlos Zaranza, Fábio e Marcelo Tekko.
Já na Final 4, quem levou por apenas 4(quatro) segundos foi Felipe Chaud, ficando com 18 voltas juntamente com Rafael Sattim. 
Também com muitas disputas e trocas de posições incríveis, a prova terminou com Chaud em 1°, Sattim em 2°, e seguindo o restante dos pilotos na mesma volta sendo o Fábio em 3°, Carlos Zaranza em 4°, Tekko em 5° e Pompeu em 6°.

A Classificação final ficou da seguinte forma:

1° - Felipe Chaud 
2° - Rafael Sattin 
3° - Fabio
4°- Carlos Zaranza 
5° - Marcelo Tekko
6° - Pompeu 
7° - Marlon
8° - Carlos Rodrigues

Confira abaixo as tabelas do Campeonato Brasiliense de Automodelismo RC 2017:



Veja abaixo os Vídeos das Corridas GT e EP.






SORTEIO DA BOLHA LYNX OFERECIDA PELA BYPANDA


ByPanda disponibilizou uma bolha LYNX para sorteio entre os participantes da 2a Etapa do Campeonato Brasiliense de Automodelismo RC 2017, categoria EP, realizado no Domingo, dia 28/05/2017.


Participaram do sorteio os pilotos: Felipe Chaud, Rafael Sattin, Fabio, Carlos Zaranza, Marcelo Tekko, Pompeu, Marlon e Carlos Rodrigues.

Como mostra o vídeo, após o sorteio através de um aplicativo, o vencedor da Bolha foi Marcelo Tekko.

Veja abaixo as fotos da entrega dos Troféus:







Por: Marco Daher

Copiado do blog DFBolhas.blogspot.com editado por Marco Daher.


domingo, 7 de maio de 2017

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Como Medir a Temperatura do Motor GLOW







Os motores geralmente quebram em 
razão da temperatura, então como 
fazer a correta medição da temperatura?
A temperatura é medida apontando-se
o termômetro para a vela de ignição, 
porque é a leitura mais real que podemos 
obter, em razão de que estaremos medin-
do o local mais próximo da câmara de 
combustão e com menor dissipação do 
calor. A lateral do motor ou o cabeçote são 
preparados para resfriar rapidamente o 
motor, transferindo o calor para o 
ambiente através das aletas de 
refrigeração, então, se estiver ventando 
ou se estiver um clima frio, a medição poderá ser alterada muito rapidamente, fazendo-se uma leitura errônea. 

A vela, por estar acima da espoleta, que podemos dizer 
que é a tampa da câmara de Combustão, e estar em 
contato direto com a explosão do combustível, faz dela 
o ponto ideal de leitura. 

Outra leitura que pode ocorrer diferença é a realizada 
no cilindro, pois essa já estará dissipada e a leitura 
irá falhar, mostrando uma temperatura abaixo da real 
e o seu motor poderá, nesta altura, já estar derretendo!!! 

Os manuais de termômetros também indicam como ponto de medição o orifício maior 
do cabeçote, onde se encontra a vela. Assim como na figura ao lado, extraída do manual 
da DURATRAX.

Emissividade

Emissividade é a capacidade do 
material de absorver e liberar energia 
ao ambiente na forma de calor.
A emissividade deve ser próxima a 
do “Corpo Negro” que na física 
significa que o material tem emissão 
de calor perfeita, apresentando medida 
1,0 ou se preferir, 100%.

A emissividade é sempre avaliada por 
um valor numérico. Diferentes tipos de 
materiais têm diferentes valores de
emissividade. 

A emissividade de um objeto depende 
da sua condição de superfície, sendo 
qual o tipo de material, temperatura em condição ambiente e comprimento de onda da 
temperatura na medição. Ajustar a temperatura do infravermelho, calibrando o termômetro 
para compensar os valores de emissividade de diferentes objetos, é a chave para obter 
leituras de temperatura precisas.

Em geral, um objeto com calor perfeito, com características de dissipação tem um valor de 
emissividade de 1,00 (pense nisso como dizendo 100%) - este é o Valor de emissividade 
máximo absoluto possível. Assim, quanto maior a emissividade de um objeto, melhor o 
Termômetro FlashPoint será capaz de fazer uma leitura sem quaisquer ajustes. Sendo menor 
a emissividade dos objetos, mais imprecisas serão as leituras. A definição de emissividade 
pode ser necessária.

O valor absoluto de menor emissividade possível é 0,01. 
Em geral, é melhor não alterar as definições de 
Emissividade do Termômetro FlashPoint se você não 
estiver confortável em fazer isso. O valor de emissividade 
padrão de fábrica dos Termômetros FlashPoint é 0,95, 
exibido como "95E" que fornecerá medições de 
temperatura precisas para a maioria absoluta de Materiais. 
Muitos metais, especialmente aqueles com superfícies muito brilhantes ou lisas têm valores 
de emissividade que variam muito em valor. Por exemplo, a emissividade de metais 
brilhantes como o cobre pode ser extremamente baixa.

Se você mediu a temperatura usando um medidor de temperatura 
infravermelho, a leitura pode ser MUITO menor do que a 
Temperatura medida com um termômetro que faz contato físico com
o cobre. Isto é porque o valor de emissividade do cobre é 
extremamente baixo, em 0,05. Ajustando a emissividade do 
Termômetro FlashPoint para um valor de materiais com muito baixa 
emissividade, esses valores podem ser desejáveis ​​para obter as 
medições de temperatura apenas para esses materiais específicos. 
Além disso, se a temperatura ambiente aquecida é significativamente 
mais quente que a temperatura dos materiais em medição, então, 
pode ser desejável alterar o valor de emissividade do Termômetro 
FlashPoint.

Os materiais mais comuns são:

1) Alumínio: Polido (motores de modelos padrão ou RTR, não anodizados) = Emissividade a 
“21E”.
2) Alumínio: Anodizado (para modelos com motor Profissional Anodizados) = A emissividade 
em “77E”.
3) Batery Packs e a maioria dos materiais = Deixe padrão “95E”. à INDICADO

Com o seu termômetro regulado para emissividade 95E, não deixe seu motor passar de 120°C, 
que é a temperatura ideal de funcionamento, independente da região onde esteja.

Matéria extraída do blog DFBolhas por Marco Daher